Pesquisar

Delegados da FETEC aprovam plano de lutas e escolhem representantes para Conferência Nacional

Delegados aprovaram minuta de reivindicações que será encaminhada à Conferência Nacional, reafirmando principais bandeiras de luta da categoria para o próximo período.

 

Os delegados e delegadas da 28ª Conferência Estadual dos Bancários e Bancárias da FETEC-CUT/SP aprovaram a minuta de reivindicações que será encaminhada à Conferência Nacional dos Bancários, reafirmando as principais bandeiras de luta da categoria para o próximo período.

Entre os destaques está a proposta de aumento real de 5% para todas as verbas salariais, a defesa do emprego, a luta por melhores condições de trabalho e saúde, o combate à terceirização e à quarterização, a redução da jornada de trabalho e o fim da escala 6×1, além da defesa dos bancos públicos como instrumentos fundamentais para o desenvolvimento econômico e social do país.

Os delegados também aprovaram resoluções em defesa da democracia e da soberania nacional, destacando a importância da participação política dos trabalhadores e do apoio a candidaturas, nas eleições de 2026, comprometidas com os interesses da classe trabalhadora.

Durante a plenária final foram eleitos 215 delegados e delegadas que representarão a base da FETEC-CUT/SP na Conferência Nacional da Contraf-CUT, que acontecerá de 19 a 21 de junho.

Moções

Os participantes também aprovaram moção de repúdio à violência contra as mulheres, reafirmando o compromisso histórico da categoria com a defesa dos direitos humanos, da igualdade de gênero e do enfrentamento a todas as formas de violência e discriminação.

Também apresentaram manifesto de solidariedade ao povo boliviano e à Cuba e uma moção de apoio “Por uma dupla missão para o Banco Central do Brasil: estabilidade de preço e proteção do emprego. E por último uma moção em defesa do pix e da soberania nacional.

Plano de Lutas aprovado pela 28ª Conferência Estadual dos Bancários

  • Defesa do emprego bancário;
  • Luta pela saúde e por melhores condições de trabalho;
  • Combate à terceirização, quarterização e demais formas de precarização das relações de trabalho;
  • Defesa dos bancos públicos e de seu papel social;
  • Defesa da democracia e da soberania nacional;
  • Apoio a candidaturas comprometidas com os interesses da classe trabalhadora nas eleições de 2026;
  • Manutenção da mesa unificada de negociação e do acordo coletivo com vigência de dois anos;
  • Intensificação da mobilização pelo fim da escala 6×1 e pela redução da jornada de trabalho;
  • Fortalecimento da campanha pela redução da taxa de juros e pela democratização do papel exercido pelo Banco Central;
  • Apoio à regulamentação do imposto sobre grandes fortunas, com base no princípio da capacidade contributiva previsto na Constituição Federal;
  • Continuidade da luta pela ampliação das faixas de isenção do Imposto de Renda e da PLR, por meio da atuação junto ao Legislativo;
  • Realização de campanhas permanentes de sindicalização para fortalecer a organização dos trabalhadores nos bancos e em todo o ramo financeiro.

 

Compartilhe esse conteúdo