Ato reforça a Campanha Nacional dos Bancários 2026 e conquista apoio da população
A manhã desta terça-feira (7) ganhou ainda mais vida no centro histórico de Bragança Paulista com a passagem da Caravana da FETEC-CUT/SP, embalada pelo ritmo contagiante de uma bateria de samba que chamou a atenção de bancários e da população.
A mobilização reuniu dezenas de bancários da base da Federação para marcar o lançamento da Campanha Nacional dos Bancários 2026, que defende a garantia e a ampliação dos direitos da categoria.
Além de apresentar as principais reivindicações da campanha salarial, a Caravana levou às ruas as campanhas Eu Quero Mais Agências e Bancários Contra o Feminicídio, reforçando o compromisso da categoria com a defesa dos direitos, do emprego e da vida.
A campanha “Eu Quero Mais Agências” tem ganhado força por onde a Caravana passa. Em Bragança Paulista, clientes relataram aos dirigentes sindicais os prejuízos causados pelo fechamento de agências e pela redução do número de funcionários, problemas que afetam diretamente o atendimento à população.
“Essa é uma campanha com várias frentes de luta”, afirma a secretária-geral da FETEC-CUT/SP, Ana Lúcia Ramos Pinto.
“A campanha ‘Eu Quero Mais Agências’ traduz o desespero da população diante do fechamento de unidades e da falta de funcionários. Por isso, estamos recebendo um grande apoio em todas as cidades por onde passamos.”
Para o presidente do Sindicato dos Bancários de Bragança Paulista e Região, Marcílio Barros, a Caravana fortalece o diálogo com a sociedade e amplia a compreensão sobre as pautas da categoria.
“Chegar a agências lotadas, como vimos hoje no Mercantil e no Banco do Brasil, com quadros reduzidos de funcionários e unidades desaparecendo da cidade, faz as pessoas perceberem que estamos defendendo tanto os trabalhadores quanto os clientes. A precarização do trabalho bancário afeta diretamente o cotidiano de todos nós”, destacou.
Nesta quarta-feira (8), a Caravana da FETEC-CUT/SP segue para Jundiaí.
Emprego
Também nesta terça-feira (7), durante a mesa de negociação sobre emprego, o Comando Nacional dos Bancários voltou a exigir a suspensão das demissões e do fechamento de agências. Com base em dados oficiais, a categoria argumenta que as demissões em massa no setor não decorrem de dificuldades financeiras, mas de uma estratégia dos bancos para ampliar os lucros.
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