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Administração de Pedro Guimarães avalia que empregados de áreas-meio trabalhem nas agências

‘A direção da empresa criou um problema para os empregados e está fugindo do seu dever de lhes garantir um posto em sua própria unidade de lotação’, afirma Leonardo Quadros, presidente da APCEF SP

Após se gabar de devolver prédios administrativos (o que, de acordo com os balanços publicados pelo banco, não diminuiu a despesa com aluguéis pagos pela instituição), a administração do presidente da Caixa, Pedro Guimarães, estuda uma forma de resolver o problema (criado pela própria administração) de falta de espaço para os empregados nas áreas-meio: nesta semana, foi solicitado aos Gerentes Gerais de Rede das agências que respondam se em suas unidades há estações de trabalho para receber colegas de outras unidades.

Pelo card publicado, a consulta será aplicada em ondas, iniciando pelas Regiões Metropolitanas. Ou seja, caso não haja postos suficientes nas agências das capitais e cidades vizinhas, a direção da empresa não descarta a possibilidade de tentar encaminhar os “empregados sem mesa” para locais ainda mais afastado de sua unidade de lotação.

“A direção da empresa criou um problema para os empregados, está fugindo do seu dever de lhes garantir um posto em sua própria unidade de lotação, tem um modelo de teletrabalho com vários problemas, e agora sugere como solução um estudo que, se aplicado, causará ainda mais problemas, tanto para os empregados quanto para as chefias, e com riscos para a própria empresa.”, critica o diretor-presidente da APCEF/SP, Leonardo Quadros.
“Vamos pautar um debate com os representantes da direção para questionar mais este absurdo”, finaliza Leonardo.

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