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Itaú: demitidos por problemas no plano de saúde devem procurar o Sindicato

O Itaú informou ao Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região que está demitindo trabalhadores que realizaram solicitações indevidas de reembolsos pelo plano de saúde, ferindo o código de ética da instituição.  

Para avaliar os casos destes bancários, identificando a ocorrência ou não de irregularidades nas solicitações de reembolsos, o Sindicato colocará à disposição destes trabalhadores um plantão de atendimento jurídico, que começa já nesta quarta-feira 15. 

Para agendar o atendimento, o bancário deve entrar em contado por meio da Central de Atendimento remota, pelo (11) 3188-5200, via chat, e-mail e WhatsApp (11 99930-8483), canais que funcionam das 9h às 18h, ou comparecer pessoalmente na sede do Sindicato (Rua São Bento, 413. Centro) a partir das 10h. 

“O plantão tem o objetivo de analisar, caso a caso, a situação destes bancários demitidos por conta de questões relacionadas com reembolsos no plano de saúde, e verificar se existe a possibilidade de o Sindicato atuar junto ao banco em casos nos quais não houve má fé na solicitação do reembolso”
Sergio Francisco, dirigente do Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região e funcionário do Itaú.

O Itaú enviou comunicado para todos os bancários da instituição com algumas orientações sobre como evitar fraudes e golpes relacionados com a utilização do plano de saúde: não compartilhar login e senha dos canais digitais do plano de saúde, uma vez que estes dados são confidenciais e o compartilhamento dos mesmos configura prática irregular; e não aceitar qualquer alteração da finalidade real de tratamentos, exames e procedimentos, especialmente em relação a procedimentos estéticos, que não são cobertos pelo plano de saúde. 

“Orientamos que os bancários do Itaú sigam à risca as regras para solicitação de reembolsos, não aceitando propostas ou tomando atitudes que infrinjam as mesmas. Desvios relacionados com o plano de saúde podem sim acarretar em desligamento, além de penalidades previstas em lei”, conclui Sergio. 

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