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publicado em - 7 de junho de 2017

Encontros Nacionais dos Funcionários de Bancos Privados defende empregos e direitos em reunião em São Paulo

Bancários do Itaú, Bradesco, Santander, Mercantil do Brasil e Bic Banco definem pautas específicas e aprovam estratégia de mobilização em cada instituição.
 Começou na terça-feira (6) de junho, em São Paulo, e vai até quinta-feira (8), os Encontros Nacionais dos Funcionários de Bancos Privados, com o objetivo de debater estratégias de mobilização e lutas frente aos temas de emprego, saúde e condições de trabalho dos bancos Itaú, Bradesco, Santander, Banco Mercantil do Brasil e Bic Banco, além do combate às reformas trabalhista e da previdência social, que ameaçam a categoria de extinção.
 
“Nenhum direito a menos. Lutar defender e garantir”, com este lema começou, na noite de terça-feira (6), o Encontro Nacional de Funcionários dos Bancos Privados de 2017. Na abertura conjunta dos encontros, realizada na Quadra dos Bancários, o debate priorizou a preservação do emprego e o combate às reformas trabalhista e da previdência em tramitação no Congresso Nacional.
 
Entre os pontos mais importantes, que os presentes terão de batalhar, esta a questão do emprego. A terceirização é um tema que se tornou prioritário para os bancos, por isso, é necessário que os bancários estejam atentos aos riscos que correm com as reformas que estão sendo impostas.
 
Nesta quarta-feira (7), as economistas Regina Camargos e Catia Uehara, do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Sociais (Dieese), e o professor Moisés Marques, da Faculdade 28 de Agosto, abriram sua apresentação no Encontro Nacional dos Funcionários dos Bancos Privados, mostrando os prejuízos que a reforma trabalhista pode causar à categoria caso seja aprovada pelo Congresso Nacional. Outros prejuízos à categoria, também tratado pelas economistas e pelo professor, são aqueles que podem ser causados pelas novas tecnologias.
 
“Estamos vivendo uma verdadeira crise de representação democrática e de ataque aos movimentos sindicais e sociais. Neste momento e nesta conjuntura, o papel dos bancários é de fundamental importância do ponto de vista das representações das entidades dos trabalhadores, que estão acordando para os problemas que enfrentaremos caso as reformas (trabalhista e previdenciária) passem. Se isso acontecer, iremos perder tudo que conquistamos ao longo de muitos anos e de muita luta”, explicou Aline Molina, presidenta da Federação dos Bancários da CUT de São Paulo (FETEC-CUT/SP).
 
Na parte da tarde, os participantes serão divididos por bancos e por grupos para debater os temas apresentados.
 
Acesse a íntegra da apresentação sobre a reforma trabalhista.

Com informações da Contraf-CUT e Seeb/SP.

 
Fonte: FETEC-CUT/SP
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