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publicado em - 16 de março de 2017

Atos contra a reforma da Previdência reúnem centenas de milhares de pessoas em todas as bases dos sindicatos filiados à FETEC-CUT/SP

População aceita bem os atos e materiais que contrapõem a proposta do governo. Em São Paulo, cerca de 300 mil pessoas foram à avenida Paulista.
 
Os sindicatos filiados à Federação dos Bancários da CUT de São Paulo (FETEC-CUT/SP) aderiram às manifestações do Dia Nacional de Paralisação contra a reforma da Previdência. Foram realizadas atividades em todas as bases com a distribuição de materiais informativos que contrapõem a proposta do governo Temer. Em algumas houve paralisação das atividades em agências e centros administrativos dos bancos. Em outras houve diálogos nos locais de trabalho com bancários e clientes sobre as consequências das medidas propostas pelo governo Temer, que visa à retirada de direitos da classe trabalhadora.
 
“Lutamos contra todos os projetos que visam à retirada de direitos dos trabalhadores. O governo passa uma imagem de que a reforma da Previdência é boa para o país, mas o trabalhador já percebeu que isso é mentira. Hoje foi muito bom ver o engajamento dos bancários e o apoio da população em geral. Mas, não vamos parar por aqui. A pressão vai continuar até esse projeto cair”, afirmou Aline Molina, presidenta da FETEC-CUT/SP.
 
Além da idade mínima, a proposta de Reforma da Previdência (PEC 287) estipula uma contribuição de, pelo menos, 25 anos. Para conquistar a aposentaria integral, além dos 65 anos é preciso contribuir por 49 anos. O projeto prevê ainda que a idade mínima pode ser elevada se houver aumento da expectativa de vida da população.
 
Manifestações
Na capital paulista ficaram de braços cruzados trabalhadores de concentrações bancárias (Brigadeiro e Tatuapé, do Itaú, do Complexo Verbo Divino, do Banco do Brasil, e do Bradesco Telebanco Santa Cecília) e de agências bancárias nos corredores da Avenida Paulista, Voluntários da Pátria, Faria Lima e no Centro Velho da capital. As agências do calçadão de Osasco também ficaram fechadas.
 
No final da tarde as pessoas começaram a chegar à avenida Paulista. Às 18h30 a manifestação do Dia Nacional de Paralisação Contra a Reforma da Previdência já reunia cerca de 300 mil pessoas.
 
No ABC, o Sindicato dos Bancários realizou atividades em São Bernardo e em Santo André contra as reformas da Previdência e trabalhista e a retirada de direitos. As agências bancárias das regiões centrais dessas cidades ficaram fechadas até o meio dia e os trabalhadores participaram de assembleias de rua. Foram distribuídos materiais informativos aos clientes e usuários. À tarde, a categoria se uniu ao ato na avenida Paulista, em São Paulo.
 
O Sindicato dos Bancários de Araraquara se somou às atividades realizadas pela sub sede da CUT, com estudantes e demais sindicatos em frente à Câmara Municipal e OAB.
 
Em Assis, junto com os funcionários do Fórum, nas portas das agências, os bancários coletaram assinaturas para o abaixo-assinado e distribuíram cartilhas sobre a reforma da Previdência.
 
Em Barretos, a coleta de assinaturas foi no calçadão. Em conjunto com outros sindicatos, os bancários lançaram um Comitê Contra a Reforma da Previdência.
Em Bauru, os bancários da CUT participaram ativamente das atividades contra a reforma da previdência e entregaram materiais informativos nas agências bancárias.
 
Em Bragança Paulista, mesmo sendo um dia de eleição no Sindicato, os bancários coletaram assinaturas, de agência em agência, para o abaixo-assinado contra a reforma da Previdência.
 
O Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região realizou um grande ato no terminal de ônibus com distribuição de cartilhas sobre a reforma da Previdência e dialogou com a população. A Atividade foi realizada em conjunto com a sub sede da CUT de Rio Preto. Na terça-feira (14) o Sindicato dos Bancários realizou um debate na Câmara Municipal, onde usaram a tribuna para explicar a posição dos trabalhadores e da CUT sobre as reformas.
 
Em Guarulhos, as atividades do Sindicato dos Bancários aconteceram em frente e dentro das agências, com distribuição de material informativo e diálogo com trabalhadores da categoria, clientes e demais pessoas que transitavam pelo Centro da cidade. À tarde se uniram à atividade realizada na avenida Paulista, em São Paulo.
 
Pela manhã, em Jundiaí, os bancários distribuíram materiais sobre a reforma da Previdência no calçadão, no Centro, em atividade conjunta com demais sindicatos. À tarde se somaram ao ato na avenida Paulista.
 
Em Limeira, juntamente com servidores municipais e a Apeoesp, houve um “trancaço” à prefeitura. Na Praça Toledo Barros, no Centro, foi realizado um ato, junto com os demais sindicatos que compõem a Frente de Limeira Contra as Reformas Trabalhista e Previdenciária.
 
O Sindicato dos Bancários de Mogi das Cruzes e Região percorreu as agências bancárias de sua base para conscientizar os bancários sobre as ameaças das reformas da Previdência, Trabalhista e a retirada de direitos dos trabalhadores. Na oportunidade, os dirigentes sindicais distribuíram um material que alerta sobre esse pacote de maldades do governo federal. À tarde, partiram para São Paulo e se uniram ao conjunto de trabalhadores na avenida Paulista.
 
Em Presidente Prudente, junto com a Frente Brasil Popular e sindicatos da CUT, os bancários montaram uma barraca no calçadão, com som para dialogar com a população e a imprensa local e distribuir materiais sobre a reforma da Previdência.
 
O Sindicato dos Bancários de Taubaté realizou ato na cidade de Ubatuba pela manhã. À tarde se uniram ao ato estadual na avenida Paulista, em São Paulo.
 
No Vale do Ribeira, o Sindicato dos Bancários realizou ato em frente à agência do INSS de Registro, em conjunto com a sub sede da CUT e demais sindicatos da região.
 
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Fonte: FETEC-CUT/SP
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