Terça , 07 Setembro , 2010
   
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História

Onde Começou

1799 A história bancária brasileira foi impulsionada no Maranhão pelo governador Diogo de Souza, com a tentativa fracassada de criação de um banco com espírito nacional.

1808 A transferência da Coroa Portuguesa ao Brasil faz aumentar a circulação da moeda. No mesmo ano é criado o Banco do Brasil.

1907 Com o início da industrialização, os trabalhadores começam a buscar meios de defesa frente aos patrões. Nasce a primeira grande organização, de socorro mútuo, a Sociedade Beneficente dos Funcionários da Caixa Econômica de São Paulo

Trabalho decente com renda, desenvolvimento nacional e fim das injustiças sociais voltam à pauta em mais um ano eleitoral, quando os trabalhadores reforçam a sua opção de continuidade de construção do projeto democrático de Nação.

A partir dessa atuação, a FETEC SP criou um novo conceito, o de Sindicato Cidadão, levando os sindicatos filiados a extrapolarem a atuação sindical, para também atuarem por melhorias regionais e mais qualidade de vida aos trabalhadores dentro de suas comunidades.

Foi com essa bagagem que, em março de 2004, a FETEC SP obteve, após inúmeras batalhas jurídicas, seu reconhecimento como entidade representativa dos bancários cutistas do Estado de SP, favorecendo, assim, a organização de novas lutas, a exemplo da organização do ramo e da construção da Campanha Nacional da categoria, cuja unidade entre bancários de bancos públicos e privados tem favorecido melhorias salariais e inclusão de novas conquistas ao conjunto da categoria.

Bancários se organizam pela ampliação da licença maternidade para seis meses. A iniciativa se configura em vitória não apenas para a categoria, mas para toda a sociedade brasileira.

Ao mesmo tempo, o conjunto da classe trabalhadora reforça a luta pela redução da jornada de trabalho de 44 horas para 40 horas semanais sem redução salarial.

FETEC/CUT-SP lança Campanha de Combate à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes, em parceria com a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro – CONTRAF CUT, o Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região e a Afubesp - Associação dos Funcionários do Grupo Santander.

Bancários se mobilizam, driblam crise econômica mundial e saem vitoriosos da Campanha Nacional da categoria.

Trabalhadores asseguram uma política de longo prazo para determinar os reajustes permanentes do salário mínimo, um pleito constante nas Marchas da Classe Trabalhadora desde 2004.

Entidades sindicais bancárias intensificam as ações pela ampliação da representação no ramo ao mesmo tempo em que a sociedade brasileira reelege o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em clara demonstração de apoio ao projeto de esquerda de construção de um Estado soberano e agente de desenvolvimento nacional.

Os trabalhadores se organizam para propor mudanças na política econômica vigente, com a adoção de metas para o crescimento econômico e do emprego, com fim da política de superávit primário; pela redução das taxas de juros e aumento da oferta de crédito produtivo pelos bancos.

Em março de 2004, a FETEC/CUT-SP obteve na Justiça seu reconhecimento como entidade representativa dos bancários cutistas do Estado de SP. Neste mesmo ano, os bancários consolidam a campanha nacional unificada da categoria com assinatura do pré-acordo pelo Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal.
Com o fortalecimento da categoria, os bancários revertem uma situação de arrocho salarial imposta pelos bancos e passam a conquistar aumento real de salário e melhorias na PLR (Participação nos Lucros e Resultados). Política que se mantém nos anos posteriores como fruto de intensa mobilização e disposição de luta dos trabalhadores do setor de garantir direitos e avançar nas conquistas.
Funcionários dos bancos federais deflagram greves, na tentativa de resgatar o valor perdido durante oito anos de governo FHC.
52 milhões de brasileiros elegem Luiz Inácio Lula da Silva como o 39º presidente do Brasil.
Depois de intensa resistência do movimento sindical, governo do Estado de SP concretiza a privatização do Banespa.
1990 Eleição histórica no Sindicato dos Bancários de São Paulo, com disputa entre duas chapas cutistas. paulista. Neste ano, os bancários conquistam afastamento da Justiça do Trabalho nas negociações nos bancos privados, a manutenção da unificação dos pisos e a formação de comissões de segurança bancária.
1992 Nasce a Confederação Nacional dos Bancários da CUT. No mesmo ano do impeachment de Collor, é assinado um acordo único para os bancários de todo o país.
1994 Em fevereiro, o então ministro da Fazenda Fernando Henrique Cardoso, que posteriormente se elege presidente, anuncia a conversão dos salários pela média dos últimos quatro meses. Com os preços no pico, os bancários realizam uma greve contra a Medida Provisória que aprovaria o plano econômico FHC-2, o sétimo plano num período de oito anos.
1995 Têm início as fusões/incorporações de bancos, com conseqüências desastrosas para o emprego bancário.
1998 FHC se reelege mantendo por mais quatro anos sua política neoliberal.
1999 Ocorre a 1ª Conferencia Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro
1983 Arrocho e desemprego levam os trabalhadores de todo o país a deflagrarem greve geral de 24 horas. Como resposta, o governo militar intervém em diversos sindicatos e determina a cassação de lideranças sindicais. Paralelamente, nasce a Central Única dos Trabalhadores, representando a ruptura do sindicalismo corporativista e atomizado.
1984 Todo o país se mobiliza em torno da campanha pelas Diretas já.
1985 A Nova República começa com defeitos graves e inflação ascendente. Intensifica-se a reivindicação por reforma agrária. Os bancários defendem, a exemplo de outras categorias, o reajuste trimestral.
1986 Plano Cruzado resulta em demissões de milhares de bancários e fechamento de centenas de agências bancárias.
1989 Em meio à efervência política que antecedeu a volta das eleições diretas e o início da reestruturação produtiva no universo do trabalho, nasce a FETEC/CUT-SP
1970 Surge o Milagre Brasileiro, com aumento do PIB e mais concentração de riqueza. A sociedade civil passa a reivindicar maior participação política.
1977 Os bancários começam a organizar-se novamente. Nasce a oposição bancária no Sindicato dos Bancários de São Paulo.
1979 Em março, toma posse nova diretoria no Sindicato dos Bancário de São Paulo, encabeçada por Augusto Campos. O sindicato passa a acompanhar temas nacionais como anistia, eleições diretas e Constituinte.
1962 Movimentos grevistas pipocam pelo país, com a participação ativa de bancários paulistas, que pedem gratificações prometidas e o fim dos 30 minutos a mais para compensar o expediente dos sábados, agora extintos. A categoria em prática as grevilhas, paralisações surpresa de cinco minutos por agência. Assustados, clientes correm aos saques.
1964 No poder, os militares cassam parlamentares e sindicatos. Confederações de trabalhadores sofrem intervenção. A ditadura determina acordos anuais às categorias, impedindo a livre negociação entre patrões e empregados. Em dezembro, o Banco do Brasil perde poder, com a criação do Banco Central.
1966 O governo militar institui o FGTS, em lugar da estabilidade no emprego, e unifica os fundos de previdência. O IAPB (Instituto de Aposentadorias e Pensões dos Bancários) acaba extinto. 
1968 Os militares fecham o cerco com a decretação do AI-5. Lideranças políticas e sindicais são presas e várias, assassinadas.
1957 A categoria garante as seis horas semanais corridas e aposentadoria por tempo de serviço.

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